sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O SEGUNDO TURNO NO BRASIL

Gilberto Abreu

A eleição vai para o segundo turno caso nenhum dos candidatos obtenha a maioria dos votos válidos. Este ano, o Presidente da República foi escolhido neste sistema pela quarta vez no Brasil. O segundo turno foi adotado no país na promulgação da Constituição de 1988. Desde então, tiveram segundo turno as eleições de 1989, 2002, 2006, e agora, em 2010.
De acordo com o Historiador e Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos, Marco Antônio Villa, a França foi o primeiro país a usar o sistema. Lá, a proposta foi aprovada pela população em um plebiscito. “O Objetivo do segundo turno é fazer com que o Presidente seja eleito com mais apoio, para ter mais legitimidade para governar, consequentemente, o governante eleito terá mais autonomia, antes da existência deste recurso, poderia acontecer de um Presidente ser eleito com a minoria dos votos, o que o enfraquecia”, afirma Marco Antonio Villa.
Diversos países da América Latina adotaram também o segundo turno, como Uruguai, Chile, Equador, e etc. Para Marco Antonio Villa, existem pontos positivos e negativos neste sistema de eleição.
“Os pontos positivos acabam tornando o segundo turno necessário para a Democracia, duas propostas podem ser comparadas diretamente e analisadas, esse confronto proporciona ao eleitor mais base para fazer a escolha, ” declara o Historiador e Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos.
“No segundo turno, a população escolhe entre dois candidatos, duas propostas, e a maioria elege o político escolhido. Antes da existência deste recurso, poderia acontecer de um Presidente ser eleito com a minoria dos votos, o que o enfraquecia” explica Marco Antônio Villa.
Para o Sociólogo Gilberto Abreu, o segundo turno é importante porque permite que os dois principais candidatos manifestem suas idéias e melhorem o debate.
“Mas isso não aconteceu este ano. A discussão ficou rasteira porque os temas mais importantes acabaram ficando fora da eleição, o eleitor foi prejudicado, e o debate acabou tendo um baixo nível. As ofensas pessoais foram priorizadas, em lugar da troca de idéias e de propostas de governo” afirma Gilberto Abreu.

João Pitombeira

Cidadania.


Cidadania no termo literal da palavra é, qualidade ou nacionalidade de cidadão. Cidadão habitante da cidade; individuo no gozo dos direitos civis e políticos de um estado.
Na pratica ser cidadão é fazer por merecer seus direitos, é cumprir deveres e integrar os interesses pessoais e coletivos. De fato nos dias de hoje os interesses pessoais estão acima do coletivo, à sociedade exprime o desejo de viver em um mundo melhor com mais justiça, oportunidades em fim em um mundo mais humano, no entanto a maioria acha que tais mudanças passam tão somente pelos grandes lideres políticos, pelas autoridades e instituições que governam o estado. O que essas pessoas não se dão conta é que tais mudanças só serão realizadas se houver uma união do poder civil com o poder político.
Nos dias de hoje é fácil você ver pessoas se indignado com seus direitos de consumidor e correndo atrás de tais direitos, no entanto no âmbito social e político a sociedade fica a margem das discussões e se mostram desiludidas e acomodadas com as mazelas do país, numa atitude totalmente derrotista. A cidadania não passa tão somente pelas instituições publicas pelas políticas partidárias não passa só pelos cargos eletivos, a cidadania passa por uma ação diária, de buscarmos na nossa casa na nossa comunidade seja na escola no bairro no trabalho uma melhor condição de vida uma melhor relação entre as pessoas. O que não dá para aceitar é a estagnação política e social a que agente assiste hoje no país, se a mudança não partir de nos cidadãos, os políticos vão continuar por ai saracoteando, vão continuar por roubar, mandando e desmandando e claro rindo dá nossa cara de palhaço. Talvez quando nos dermos consciência de que somos parte fundamental na mudança e de que nossas atitudes perante as injustiças da sociedade contemporânea são essenciais para que o país tome novos rumos seja tarde de mais.
Não dá mais para assistirmos calados e acomodados os devaneios de partidos políticos e instituições privadas que querem comandar nossas vidas, por mero interesse próprio.
Ser cidadão é ter atitude é modificar a sua realidade é lutar pelos direitos do individual sim, mais principalmente do coletivo, seja onde for, na escola no trabalho, no bairro é preciso ter ação. Palavras e mais palavras jogadas ao vento não resolvem nada é preciso planejar e agir.
É preciso criar nossos filhos com tais conceitos de coletividade e ação, é preciso darmos tais exemplos é preciso que nossa instituições sejam mais do que formadoras de futuros vestibulandos e sim formadoras acima de tudo de cidadãos.
Em fim agora eu já vou indo, que as palavras já não cabem mais é hora de agir.

Marco Bellizzi

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O maior número de moradias da cidade em uma única rua


Até dezembro de 2012, rua Niterói será o endereço de quase 7 mil pessoas

DANIEL TORRIERI
TEXTO E FOTOS

Os novos empreendimentos residenciais, em construção na rua Niterói, zona Leste de Ribeirão Preto, vão atrair cerca de 2,1 mil famílias para a região. Apartamentos de um a três dormitórios serão a moradia de aproximadamente 6,9 mil pessoas. Este volume preocupa os moradores do bairro Lagoinha, que preveem um aumento no número de carros em circulação, a necessidade de novas linhas de transporte coletivo e a adequação das redes de água e esgoto e de drenagem pluvial.
Rogério Simões, morador da região, se preocupa sempre que chove. “Não importa a quantidade de água que cai, os bueiros da rua Niterói sempre entopem com qualquer chuva. Temos que passar de carro bem devagar, demora muito”. Simões tem outras rotas para seu itinerário, mas garante ter que andar mais. “Por enquanto, passo pela [rua] Niterói pra ir e voltar do trabalho quatro vezes por dia. Vendo esses condomínios sendo construídos, com mais gente por aqui, terei que mudar minha roda e andar bem mais”, afirma Simões.
Outra moradora da região, Julia Ribeiro está preocupada com a quantidade de carros que circulará na região. “Não sei como vamos fazer. Não tem rua paralela à Niterói e agora a marginal de Castelo Branco é de mão única. Vai ficar mais difícil para chegar em casa”.



Novos moradores
Sonhando com a casa própria, o foto-jornalista Weber Sian adquiriu uma unidade destes empreendimentos. As chaves do imóvel já foram entregues. “Procurei em vários locais da cidade. Já conhecia o bairro Lagoinha e sempre gostei. Este apartamento tinha um preço muito bom, por isso fechei negócio.” Sian conhece o local e também se preocupa com a quantidade de novos moradores. “Muitos apartamentos sendo entregues pode gerar problema, sim, como falta d’água de lentidão no trânsito. Mas, tudo isso poderá ser solucionado, como aconteceu em outras regiões da cidade. Vai ser minha casa, vou sair do aluguel”, diz Sian.
Eduardo Pereira, editor, é recém-casado e também será um futuro morador da rua Niterói. “Escolhi meu apartamento neste bairro por indicação. Passeando pela região, gostei.” Sobre possíveis problemas de infra-estrutura na região, Pereira procurou se informar. “Tive informação que a construtora instalou redes de água e esgoto adequadas. Espero não ter problema”, afirma.


Os números
Em cinco empreendimentos, que serão entregues entre 2010 e 2012, a área ocupada é de 125 mil metros quadrados. Além destes lançamentos, outros condomínios já existentes, como Residencial Primavera, Village de France e Condomínio Jardim Europa somam a estes números 110 mil metros quadrados de área ocupada.
Os números surpreendem se comparados ao bairro Lagoinha. Dados da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto indicam que o bairro possui 1.562 residências e 5.267 moradores.

A área construída em Ribeirão Preto cresceu 22% nos últimos 10 anos, de acordo com José Batista Ferreira, diretor do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil), regional Ribeirão Preto. “Temos uma demanda considerável nos lançamentos imobiliários, mas a procura também é grande.

A construção civil está atendendo a demanda dos empreendimentos existentes na cidade. Essas novas construções mostram, ainda, a capacidade dos empreendedores locais. A cidade tem duas opções de crescimento: zona Sul e zona Leste. A zona Leste ainda é uma região em estudo, pois se refere a uma grande área de afloramento do aqüífero Guarani, principal fonte de água potável da cidade”.



Em expansão constante
O censo demográfico de 2000, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) indicou uma população de 504.923 habitantes. Em 2010, a primeira fase dos trabalhos de recenseamento apontaram 563 mil habitantes, podendo chegar a 601 mil no final dos trabalhos. Um aumento populacional de 15% em dez anos.
O alto poder aquisitivo, a qualidade dos empreendimentos e a expansão do mercado justificam este aumento. São novos proprietários ou investidores, que aguardam ad chaves da casa própria e a valorização dos imóveis

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Conselhos de comunicação devem ser criados para vigiar a mídia. Censura ou controle de qualidade?


Ceará e pelo menos mais três estados nordestinos devem instaurar Conselhos para fiscalizar a ação da mídia. Processo já está em andamento no estado de São Paulo.

Após o Ceará, os estados de Alagoas, Piauí e Bahia se preparam para criar conselhos de comunicação com a intenção de monitorar a mídia. A proposta de criação deste Conselho foi feita pela Conferência Nacional de Comunicação convocada pela gestão Lula. O governo de Alagoas, dirigido pelo PSDB, pretende transformar um conselho consultivo em conselho deliberativo, cujo poder será semelhante ao aprovado no Ceará. Na Bahia, governada pelo PT, o conselho agiria junto com a Secretaria de Comunicação Social do Estado. Já no Piauí, foi proposta a criação de um órgão para vigiar e rever as regras de radiodifusão. Essa proposta foi feita por um grupo convocado pelo ex-governador Wellington Dias, do PT.
Com a vitória da petista Dilma Rousseff, o partido de esquerda detém, agora, poder para concretizar essas propostas, inicialmente criadas no governo Lula, também do PT. Para o jornalista José Antonio Bonato, a criação do Conselho não deve ser vista com bons olhos. “A mídia não deve ter um controle, deve ter uma regulação. Esse controle de mídia não soa bem e vem em um momento inoportuno e pós-eleitoral pois vem ao encontro das críticas que o Presidente Lula fez à imprensa”. Para a socióloga Elizabete Novaes a criação desse Conselho pode resultar em grandes problemas: “Da mesma maneira que não há limite quando não há censura, também acaba não existindo um limite para a própria censura e esse é o risco maior.” A socióloga acrescenta que a regulamentação do conteúdo veiculado pode ser proveitoso quando feito por profissionais da categoria e apenas para orientar e garantir o papel social que é esperado de um veiculo de comunicação e não como uma censura à imprensa: “ A erotização infantil é uma questão que preocupa. Submeter a criança a certos programas e certos conteúdos que não são adequados a ela é extremamente prejudicial”.
O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Ophir Cavalcante afirmou que a criação de conselhos para controle social das mídias é inconstitucional. Segundo Cavalcante, a OAB vai ter um papel crítico e ativo para impedir que esse tipo de ação, que fere a Constituição.



O Projeto


Segundo o texto do projeto, o Conselho de Comunicação Social deve acompanhar a produção pública e estatal de comunicação, o monitoramento de veículos locais de comunicação e a criação de uma política estadual de comunicação. Ainda no texto do projeto criado no Estado do Ceará, o Conselho também deve “monitorar, receber denúncias e encaminhar parecer aos órgãos competentes sobre abusos e violações de direitos humanos dos veículos de comunicação”.
Um dos problemas que a criação do conselho pode gerar é com relação às sanções. Não há nenhuma informação no texto do projeto do Ceará sobre quais órgãos serão responsáveis pelo julgamento das denúncias e não há, também, quais serão as punições aplicadas.
O conselho será formado por 25 pessoas, sendo oito proprietários dos meios de comunicação, sete representantes de governo, Assembleia e escolas de comunicação e mais dez pessoas da sociedade civil, envolvendo jornalistas e membros de movimentos estudantis.

SIP e a Censura


A SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa) declarou 2011 como o “ano pela liberdade de expressão” devido à grande preocupação que a organização manifestou com as tentativas seguidas de controle da mídia em vários países da América Latina.
Sobre o caso do Brasil, a SIP orientou os governos a vetar qualquer lei que possa de alguma forma controlar os meios de comunicação e impedir o livre fluxo de informações e condenou o conselho criado no Estado do Ceará e que poderá se estender para pelo menos mais três estados do nordeste brasileiro. A entidade ainda cobrou do Conselho Nacional Justiça medidas imediatas para revogar a censura aplicada ao jornal O Estado de São Paulo, onde proíbe que o veículo publique qualquer informação sobre a investigação da Polícia Federal sobre Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney do PMDB do Amapá.
A SIP reuniu-se na semana passada para a 66ª Assembleia Geral na cidade de Merida, no México e reuniu editores e executivos de veículos de comunicação das Américas. Além do caso do Brasil, a entidade manifestou também preocupação com a adoçam de leis de controle das mídias no Equador e Uruguai e criticou os casos já evidentes na Argentina, Venezuela, Bolívia e Nicarágua.

Repercussão


A criação do Conselho no Estado do Ceará levantou debates e questões entre vários segmentos da sociedade, especialmente entre jovens. O estudante de Jornalismo, Alessandro Dinamarco, afirma que “é interessante” por em debate o grande poder que a mídia exerce atualmente, mas não se mostra favorável à criação do Conselho: “A ideia de se ter um Onbudsman de todos os jornais, como acontece com cada área profissional, com o controle da qualidade do jornal, é bem interessante.”
A fim da necessidade de formação para que o jornalismo seja feito e o fim da Lei de Imprensa, entre outras medidas, provocaram uma sensação de censura velada, como disse o estudante de comunicação João Gabriel: “Vivemos em uma ditadura escondida, onde já há censura sem haver uma censura pré-estabelecida”. A grande preocupação dos jovens é que, por meio desses Conselhos, uma censura, como na Ditadura Militar, possa ser novamente instaurada: “Monitoramento de informações [uma das propostas do Conselho] é algo muito perigoso, especialmente porque o Brasil vive um passado recente de Ditadura Militar”, afirma Laura Bimbato, estudante de Ciências Sociais.

Rafaela Malpeli

Dilma entra na lista das líderes femininas no poder


Dilma Rousseff tornou-se no último domingo dia 31 de outubro, a 18ª mulher no mundo a ocupar um cargo de liderança em um país. A candidata eleita com 56% dos votos da população assumirá o cargo em janeiro de 2011 e entrará para a lista cada vez mais numerosa de mulheres no poder.
Apesar de ser a primeira mulher presidente no Brasil, Dilma não vai inaugurar um cargo tipicamente ocupado por homens. Atualmente são 17 mulheres ocupando funções de chefe de Estado e governo.
A empresária Ligia dos Santos acredita que a presença feminina no poder é um avanço não só para as mulheres, mas também para a sociedade em geral. “A mulher sempre sofreu e ainda sofre preconceito quando ocupa um cargo de expressão mundial. Cada vez que uma delas é eleita, um passo para que o preconceito acabe é dado” diz Ligia.
Na América Latina, Dilma será a 11ª mulher presidente. A Argentina já elegeu duas mulheres no governo e outros oito países latino-americanos também tiveram o cargo de presidente ocupado por uma representante feminina. Entre eles estão: Bolívia, Haiti, Nicarágua, Equador, Guiana, Panamá, Chile e Costa Rica.
A primeira mulher presidente na América Latina foi María Estela Martínez de Perón, mais conhecida como “Isabelita” Perón. Ela era vice na campanha do marido Juan Domingo Perón e subiu ao poder quando ele faleceu. “Isabelita” governou a Argentina de 1974 à 1976.
Há quem não confie nas mulheres para comandar um país. É o caso do estudante Tiago Perez, que acredita que as mulheres não são fortes o suficiente para estar no poder. “Acho que as mulheres não tem pulso firme para governar uma nação”, afirma ele. A aposentada Maria Lopes concorda com Tiago. “Nós mulheres somos muito emotivas, agimos mais com o coração. Um cargo de presidente exige muita responsabilidade e cabeça para resolver certas questões” conclui Maria.
De acordo com o estudo “As Mulheres do Mundo 2010”, divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em outubro, apenas 14 mulheres no mundo ocupavam o cargo de chefes de Estado ou de governo no ano passado. Com a eleição de Dilma, esse número subirá para 18 em 2011. O que mostra que aos poucos, as mulheres estão chegando ao poder. Para a estudante Luiza Ribeiro esse fato é muito positivo. “O aumento do número de mulheres eleitas é um progresso da Democracia” diz ela.
Mesmo os que não votaram na candidata Dilma, vêem a presença de uma mulher no poder com bons olhos. Segundo o comerciante Antonio Alves com Dilma no poder, o Brasil fica mais em alta no mundo. “Com Dilma Rousseff eleita, a atenção em torno do Brasil aumenta, porque não é sempre que uma mulher é escolhida para governar um país” conclui ele. A consultora de moda Marilia Ribeiro deseja sorte à presidente e acredita que Dilma deve mostrar que as mulheres sabem comandar um país. “Espero que a Dilma faça um ótimo governo e que mostre que as mulheres podem ser tão boas quanto os homens a frente de uma país” afirma Marilia.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Professor das Faculdades COC participa de congresso em Santiago de Compostela

Na próxima semana, entre os dias 9 e 11 de novembro, o professor e coordenador de Jornalismo das Faculdades COC, Denis Porto Renó, participará de um congresso na Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, representando a instituição. O congresso, que aborda comunicação e cidadania, recebe participantes de diversos países, e do Brasil apenas o professor apresentará conferência.

Mas a participação não se limita à conferência sobre redes sociais e comunicação. O professor representará a instituição na negociação para que as Faculdades COC integrem o grupo de pesquisa Cidacom, sediado na Universidade de Santiago de Compostela, que abre a possibilidade de pesquisas em conjunto não somente para os cursos de Comunicação Social (Jornalismo e Poblicidade e Propaganda), mas também para os cursos de Direito e Administração de Empresas. 'Somos a primeira instituição particular do Brasil a integrar o grupo, que conta somente com a UnB entre os integrantes", disse o professor.

A ida do professor ao evento contou com a ajuda da própria instituição, em parceria com o Santander e a Universidade de Santiago de Compostela, que ficou responsável pelos custos de hospedagem. "É uma alegria poder compartilhar com meus colegas professores e alunos a possibilidade de produzir ciência ao lado de uma universidade como a de Santiago de Compostela, uma das mais antigas da Espanha", ressaltou Denis.

Para maiores informações sobre o evento, acesse o site do Foro Cidadanía 2010 clicando aqui.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Jornalismo especializado cresce no Mercado

Com o grande número de veículos de comunicação, tornou-se necessária uma nova estratégia mercadológica que atingisse o público diferenciado, cada setor da população. A partir dessa necessidade, surge o jornalismo especializado, que trata de um assunto específico, atendendo a determinado público ou segmento. Os principais meios que investem nesse tipo de jornalismo atualmente são revistas e Internet.
O sucesso do jornalismo especializado deve-se ao fato de que o público, com a globalização, procura individualizar seus interesses. Ao ler uma revista que fale apenas daquilo que é de seu interesse, o leitor sente que aquela edição foi feita para ele. Essa personalização tem agradado a muitos e, com isso, cresce a cada dia o número de veículos destinados a certo segmento da população.
A revista AU – Arquitetura e Urbanismo tem, por exemplo, visto suas assinaturas crescerem a cada dia. Segundo Bianca, editora da revista, a maioria dos exemplares são destinados a assinantes. “Você não encontra a Revista AU em uma banca, apenas em grandes livrarias, como as da Avenida Paulista, em São Paulo”, diz a editora. Esse tipo de veículo também se diferencia por ser destinado unicamente a profissionais da área de arquitetura, já que os temas abordados são muito técnicos para que um leigo no assunto os entenda.
Para José Augusto Rezende, estudante de Arquitetura, a revista AU se diferencia de outras do mesmo ramo. “A AU é bem específica para arquitetos. Nela você vê plantas de construções inovadoras, opiniões de arquitetos. Não é como a revista ‘Casa & Construção’ onde qualquer pessoa consegue entender as matérias e aproveitá-las para, por exemplo, reformar sua casa”, diz o estudante.
O crescimento do jornalismo especializado agrada a muitos, mas também gera críticas, principalmente pelo fato de surgirem veículos que banalizam a notícia. Revistas como “Caras” e outras que seguem a mesma linha editorial, deixam de publicar notícias de interesse público para se dedicarem exclusivamente a matérias de entretenimento. A grande ramificação do jornalismo faz com que as notícias pautadas deixem de ser de interesse público, característica fundamental no jornalismo tradicional, para se tornar de interesse do público.
O jornalista esportivo, Marcius Ariel concorda com as críticas, mas acredita que as limitações de assuntos no jornalismo especializado também acontece com o jornalismo tradicional: “Mesmo que você trabalhe em um veículo de jornalismo tradicional, você deve seguir a linha editorial que o veículo escolheu. Sendo assim, você nunca pode publicar o que quer, sobre qualquer assunto, mesmo que seja em um jornal comum”.

Rafaela Malpeli

Freelancer é oportunidade no mercado de trabalho

Trabalho autônomo é opção para jornalistas recém-formados


Daniel Torrieri

Como medida de contenção, eliminação de impostos e carga tributária, as empresas estão, cada vez mais, contratando profissionais autônomos. Os chamados 'freelancers' são profissionais que atuam em vários segmentos do mercado econômico. Desde vendedores a jornalistas, as facilidades encontradas beneficiam tanto a empresa como o colaborador.
O artigo 3º da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) define o empregado como: “toda pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual a empregador, sob dependência deste e mediante salário”. Freelancers são profissionais autônomos, alguém que presta um serviço para outra pessoa ou empresa, sem qualquer vínculo empregatício. Não existem leis específicas na CLT a respeito dos prestadores de serviço autônomos. Desta forma, a empresa tem vantagem por não ter todas as obrigações trabalhistas com esse profissional. Os direitos e deveres são garantidos no momento da contratação, mesmo de forma verbal.
Entre os benefícios para e empresa, estão a diminuição de taxas como previdência, isenção de contribuições de fundo de garantia e o pagamento do aviso prévio, no caso de uma dispensa. Para o contratado, um jornalista, apesar de não ter benefícios como fundo de garantia e recolhimento previdenciário, tem liberdade de horário, disponibilidade e flexibilidade para agendar entrevistas e apurar a matéria.

Carreira
Editora-chefe da Revista Arquitetura e Urbanismo, a jornalista Bianca Antunes trabalhou como freelancer antes de se tornar editora. “Trabalhei desde o segundo ano de faculdade, fazia freelancer. O mundo do jornalista é freelancer. Você consegue bastante trabalho dessa forma”. Antunes tem uma lista de profissionais que se dispõem a esse tipo de relacionamento com a editora e aponta as características deste jornalista, que precisa ser completo, apesar de um contrato sem registro em carteira de trabalho. “Quando contrato o ‘freela’, tem profissional que só entrega o texto, têm outros que se interessam mais, vão atrás de fotos, te entrega um material completo. É um profissional que vê o texto final, que entrega um material bom”.
Antunes ainda destaca as características de um profissional, que deve ter empenho na apuração de sua pauta, melhores imagens e texto ortograficamente correto. “É preciso resolver os problemas antes, entregar o texto completo e a solução para eventuais problemas.”
Para o professor e Denis Porto Renó, a contratação de freelancer pode ser também uma alternativa para a empresa de comunicação. “Contratar diferentes profissionais é também a construção de diversos olhares, diferente do repórter fixo, que pensa sempre da mesma forma”.

Rendimento
Na área jornalística, a remuneração média do freelancer é de R$ 800,00 para uma pauta. Considerando a flexibilidade, mas de acordo com o prazo determinado, uma matéria pode ser produzida entre dois dias e uma semana. "Sabemos quem procurar de acordo com a pauta. Como a revista AU [Arquitetura e Urbanismo] é para um segmento específico de leitores, buscamos profissionais com habilidades de redigir uma matéria, apurar e compreender seu conteúdo" afirma Antunes.

Contratação
O supervisor administrativo Robinson Cardoso contrata os chamados freelancers de acordo com as leis de contratação de prestadores de serviços autônomos, ou seja, pessoa física prestando serviço para pessoa jurídica, com os devidos recolhimentos. “Tratamos o freelancer como autônomo. Ao exercer uma função para a empresa, pagamos por meio de RPA (recibo de pagamento de autônomo ou recibo de prestação de serviço) com todas as contribuições que a lei exige”.
Cardoso afirma que não há distinção entre tarefas e define o freelancer como um profissional que é contratado por um período específico, para trabalhos eventuais. “Contratamos prestadores de serviços para distribuir panfletos em campanha de pré-vestibular, contratamos fiscais de provas, contratamos bandas musicais para eventos de confraternização. Para todos estes, que são freelancers, recolhemos as contribuições previdenciárias por parte do contratante e do contratado, além do imposto de renda, quando atinge o valor para recolhimento”.
A falta de uma lei específica para o trabalho do freelancer e a contratação contínua do mesmo profissional é uma preocupação nas empresas.. “Quando há uma prestação de serviços continuada, por um longo período, para o Ministério do Trabalho fica caracterizado vínculo empregatício regido pela CLT, obrigando a empresa a reconhecer o freelancer como um trabalhado com vínculo”, conclui Cardoso.

Vantagens de ser um freelancer:
- Possibilidade de trabalhar de qualquer lugar
- Diversificar tarefas e trabalhos, mesmo temdo um emprego fixo como principal função
- Sem vínculo empregatício, não há exigência quanto a carga horária a ser cumprida (apenas prazo de entrega)

Desvantagens de ser um freelancer
- Não existem leis trabalhistas sobre os direitos do freelancer (não há férias, 13º salário, auxílio-desemprego etc)
- Se não existir contrato formal, o profissional está sujeito a calotes e modificações no projeto, não cobradas
- Pode-se perder ritmo e organização quando tem diversos trabalhos
- Para freelancer de tempo integral, por não haver contribuições e recolhimentos tributários, não há aposentadoria e fundo de garantia. Deve-se contribuir de forma autônoma, com o carnê de contribuição do INSS.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Semana Estado de São Paulo para Jovens Jornalistas

Em parceria com Banco Santander, o jornal O Estado de S. Paulo realizou o primeiro ciclo de palestras do 5º Prêmio Jovem Jornalista. A cada ano são realizadas quatro semanas de palestras com alunos de diversas faculdades de jornalismo ao redor do país. A primeira semana aconteceu do dia 24 de agosto até o dia 27 e recebeu estudantes de 12 Universidades: Anhembi Morumbi, FACAMP, FEMA/IMESA, Mackenzie, Puc-SP,São Marcos,Unilago, UniRadia, UniToledo ,USCS e Faculdades COC.O tema das quatro semanas deste ano é Desenvolvimento Sustentável, e o assunto da primeira semana se resumiu a sustentabilidade da água. Os jovens jornalistas que comparecerem nas semanas tem direito a três dias para concluírem uma matéria que estará sujeita a ganhar no final do ano um ano de curso na Universidade de Navarra na Espanha e a matéria publicada no jornal Estado de São Paulo.

Para a realização da matéria, o primeiro dia de palestras foi dado ao economista - chefe do Grupo Santander Hugo Penteado que falou sobre Economia Ecológica e sustentabilidade. Para ele, todos os economistas estão errados quando dizem que não precisam colocar o meio ambiente como base de uma teoria. "Precisamos salvar o planeta. Esse mantra esquece, não é o planeta que está ameaçado, somos nós”, diz Penteado.

Nos últimos três dias os alunos tiveram como palestrantes os profissionais da área como o diretor da Band News, André Costa, a jornalista do caderno de Viagens do Estado de S. Paulo, Carla Miranda, o editor de arte do jornal Estado de S. Paulo, Fábio Salles, o diretor do curso Abril e o jornalista Roberto Godoy.

As palestras incentivaram os jovens jornalistas a continuarem com suas futuras profissões, deram aulas de como ser um bom jornalista, falaram sobre as dificuldades como a jornalista Carla Miranda que disse "Não existe mais tempo para passar de foca a jornalista. Quando se entra em uma redação precisa ser jornalista nato", e mostraram os diversos cursos que as maiores redes de jornalismo oferecem para os estudantes da área.

Para esses cursos, o diretor do curso Abril, Eduardo Pimenta explicou sobre o curso foca da Editora Abril e divulgou o site (www.cursoabril.com.br) onde as inscrições para o curso de 2011 estão abertas até dia 23 de setembro de 2010. Além desse, também foi divulgado o curso que o Estadão oferece para os alunos de último ano de jornalismo, as inscrições começam em março de 2011 e são seis meses de estágio não remunerado dentro da redação do Estado de S. Paulo e aulas com os jornalistas que trabalham dentro do jornal.

Maju Raz e Rosane Dover, alunas do 8o. semestre de Jornalismo e participantes da Semana Estado 2010



segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Desmatamento no Paraguai

Socorro! Onde o mundo vai parar? Pra onde está indo todo o verde do planeta? Sabe-se que para o complexo do Alemão que não é. Foram apreendidos 500 kg de maconha vindas do Paraguai. Isso mesmo, do Paraguai. Mas não se deixe enganar, a verdinha não era falsificada não. Pelo contrário, era de melhor qualidade. Super potente. Toda essa superpotência não conseguiu chegar a seu destino, o complexo Alemão. Hoje não tem festa no Alemão, nem queima. De fogos, é claro.
Por falar em verde, a candidata do Partido Verde Marina Silva, estuda colocar em questão a legalização da tal verdinha. Será? Será que vamos assistir mais verde sendo queimado? Daniela Soares, defensora do verde, quer ver o verde pegando fogo. “Tudo que é proibido é mais gostoso. Então deve-se liberar, porque assim, talvez, as pessoas percam um pouco o interesse”, disse a estudante de Engenharia Ambiental. Talvez, com a legalização da droga, o verde caia de moda. Do outro lado da moeda Sara Gonzalez acredita que existem outras cores que fazem a cabeça das pessoas. A cor que nunca sai de moda, que combina com tudo, a branquinha. “Não adianta legalizar a maconha, pois com ela existem outras drogas, como a cocaína, o crack”, afirma a coordenadora de Publicidade e Propaganda.
Voltando à prisão da sra.Verdinha, a polícia avaliou a droga em R$ 1 milhão. O chefe do tráfico do complexo Alemão, Luciano Martiniano da Silva, conhecido como Pezão, era o mandante das cargas das verdinhas desmatadas no Paraguai. Coitado do Pezão! Acabou ficando sem o milhão e o verdão. E agora o Pezão vai ter que colocar o pezão dele na terra para fazer outro tipo de pezão. Um pezão verdão para cobrir o enorme prejuízo que o verde paraguaio deu a ele.




Júlia Ribeiro- 4º semestre Jornalismo.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Feira a beira-mar

Dori, conhecido como Val, era um homem que vivia tranqüilo cuidando de seu aquário, onde treinava vários peixes. Certa vez, o homem levou seus peixes para uma competição de vários animais dentro de seu estado. Os peixes competiram com porcos, veados e gaviões, mas com uma belíssima desenvoltura levaram o título. Há muitos anos os peixes não ganhavam. Animados com o título, os peixes começaram a ficar famosos. Tentaram conquistar uma lula, mas ela preferiu o gavião. De todos os peixes que competiram, eram onze por vez, quatro se destacaram. Eram brilhantes e todos reconheciam isso. O quarteto vivia aparecendo na TV de corais e todas as peixinhas corriam atrás deles. O quarteto era formado por Ney, que adorava nadar no mar; o filho mais novo do Robson, conhecido como Robinho; o irmão gêmeo de Ney, chamado André e um peixe folgado, que adorava se meter nas conversas dos outros, por isso era chamado de Ganso. O filho mais novo do Robson era o mais velho. Já havia morado no mesmo aquário, mas não era seu Dori, conhecido como Val, que tomava conta dos peixes naquela época. Quando o glub-glub noticiou sua volta ao aquário, todos ficaram loucos e felizes pela volta do grande peixe, que fez sucesso em outro mar onde se falava outra língua, mas não estava competindo.
Logo chegou uma competição maior. Não era a maior do país, mas era a nível nacional e o título valia o direito de competir com outros países do Oceano Atlântico e Oceano Pacífico, e alguns onde nem oceano havia. Não deu outra: ganharam. Seu Dori, conhecido como Val, ficou muitíssimo feliz, mas aí vinha a questão crucial: ele teria que vender seus peixes? Depois se pensava nisso. O momento era de alegria, mesmo sendo de tristeza, porque na verdade os peixes perderam a última batalha para o leão, que vivia na Bahia. Foi uma vergonha, no campo de batalha vários peixes e leões foram barrados, foi um barradão que só vendo. Perdeu, mas ganhou.
Voltando para o aquário, seu Dori, conhecido como Val, ficou sabendo que deveria vender alguns de seus peixes. Passado pouco tempo, o filho mais novo do Robson, chamado de Robinho, já voltou para o outro mar onde competia; o irmão gêmeo do Ney, que adorava nadar no mar, também foi embora; o próprio Ney, que adorava nadar no mar, está quase para ir embora. O único que restou foi o intrometido, conhecido como Ganso, ninguém ainda falou nada sobre tirá-lo do aquário. Coitado. O apelido dele poderia ser patinho feio agora que ninguém o quer. Seu Dori, conhecido como Val, está muito preocupado. Esse final de semana, os peixes que ainda estão no aquário voltaram para a Bahia e perderam dos leões de novo e aconteceu o barradão novamente. Bem que Dori, conhecido como Val, avisou. O aquário está passando por um “despeixamento”. Alininha, a peixinha, falou que tem uns peixinhos pequenos, mas estão sendo bem cuidados para poder virar peixões como os do quarteto. Não se sabe. Por enquanto, eles seguem na dúvida. Estão disputando uma competição mais importante agora e pelo título praticamente não brigam. O quarteto já disputou pela seleção do país e todos dizem que eles são o futuro dessa seleção. Pode ser, mas enquanto isso, o aquário segue na indefinição. Muitos peixes saindo e poucos peixes entrando. Até quando sobreviverá o aquário, seus peixes, o quarteto e deu Dori, conhecido como Val?

Rafaela Malpeli
4º Semestre Jornalismo

Tudo igual no reino da petezada (da tucanada à sarneyzada...)

Daniel Torrieri

Última pesquisa Datafolha mostrou a vantagem de Dilma Rousseff sobre José Serra, com uma diferença de oito pontos, tendo a petista 41% das intenções de voto e 33% o candidato tucano.

E o Juvenal com isso, cara de pau?

“E daí???” é a pergunta freqüente após a divulgação de pesquisas políticas. A repercussão dura muito tempo. Dura até a próxima pesquisa. Não fosse a imprensa, a curta memória do brasileiro poderia mostrar um resultado diferente nestas pesquisas. Casos como o mensalão de José Dirceu e Marcos Valério, divulgação de dossiês, articulações políticas como o apoio ao senador coronel José Sarney para a presidência do Senado são fatos que merecem espaço na atual campanha política.

Mas associar esses escândalos à candidata Dilma é correto? Feita esta pergunta a um eleitor, ele responde de forma natural e espontânea: e seria correto dizer “eu não sabia” sobre escândalos envolvendo milhões de reais desviados? Sirlene é monitora das Faculdades COC e favorável a Marina Silva. “Como tudo vai acabar em pizza no PT, penso em votar na Marina. Acabou em pizza porque os envolvidos eram do alto escalão político”.

Nos cinco maiores Estados, onde se concentram 54,5% dos eleitores do país, a candidata do PT lidera em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. O candidato do PSDB José Serra tem vantagem no Rio Grande do Sul e São Paulo, maior reduto tucano.

Fontes secretas confirmaram que o diretório do PSDB está criando tucanos em cativeiro. São grandes viveiros espalhados por Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Que coincidência, não?

Quem tem simpatia por Lula (o que não é fácil) não escolhe Dilma da mesma forma (o que não é difícil, com aquela cara simpática e sutil expressão de madrasta do país). O monitor Fábio Edmundo aponta o governo Lula como um dos melhores que já teve. “Houve mudanças, sinto que foi muito bom para mim o governo do Lula. Mas não voto na Dilma porque ela tem um passado desfavorável”. Como opção de voto, Fábio vai para o lado tucano. “O povo vincula muito a Dilma ao Lula e seu governo, mas não é assim. O Serra é mais preparado”, conclui.

Parece que precisam libertar logo estes tucanos. Viver só de alpiste é perigoso e não sustenta. Juvenal continua analisando as propostas dos candidatos, mas está difícil entender a letra nos rascunhos da vida pública.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Jornalismo caricato é pauta do curso

Certo dia, pouco antes da defesa de meu doutorado, peguei uma beirinha na aula de pós de meu ex-professor, o querido Marques de Melo. Na pauta da aula os gêneros do jornalismo opinativo, que eram apresentados pelos alunos e ajustados pelo professor.

Marques de Melo publicou um livro muito lido e vendido que discute o tema. E, de volta à aula, de cara uma polêmica: o que é o gênero caricatura??? Precisa desenhar??? A resposta do professor foi simples: não.

Jornalismo caricato é um gênero que constrói a partir do texto uma imagem de um fato. É jornalismo opinativo puro, como nos textos do colunista José Simão, ou nas matérias jornalísticas do CQC.

Produzimos em sala os primeiros textos caricatos do 4o semestre de Jornalismo das Faculdades COC, e saíram redações bem legais. Confira a seguir e comente quando achar necessário. Boa leitura.

Professor Denis Renó

Juvenal sabe das coisas...

‘Saúde em crise’ seria contra-senso se não fosse no Brasil. Se não fosse em Ribeirão Preto, seria culpa do PT. Aqui, dizem, a culpa é do buraco da prefeita. Ops!

Juvenal, o anti-social, resolveu aprontar das suas mais uma vez. Com alguns sintomas de gastrite, resolveu marcar uma consulta na Unidade Básica de Saúde.

Resolveu ir a pé, já que a van, que costuma passar pelas redondezas, vinha sempre com meia dúzia de seus colegas do campo. Para Juvenal, era uma multidão pronta para falar asneira e irritá-lo.

Apesar de se manter distante da sociedade, Juvenal sempre lê os jornais que chegam a sua propriedade. E sempre assiste aos jornais televisivos. Na solidão de sua caminhada lembrou-se da situação precária que estava passando o sistema de saúde em Ribeirão Preto: falta de médicos, demora no atendimento, greve dos servidores, discussão sem solução entre sindicato e prefeitura, e por fim, o acordo com a Oscip-Inab (Organização Sociedade Civil de Interesse público - Instituto Nacional Amigos do Brasil) por um ano, que iria administrar os médicos da rede de saúde básica.

Como gosta de fazer, travou uma discussão entre sua mente eremita e sua consciência sociológica.

- É assim mesmo. A gente passa a vida pagando imposto, tributo. Quando tem que usar um serviço do governo é a gente que sofre.

- Mas, pelo menos, quando liguei para marcar consulta me atenderam bem. Mesmo tendo tanta gente doente por aí, marcaram para hoje, dois dias depois. Ahhh... Tá bom...

Do noticiário, Juvenal se lembrou da empresa que a Prefeitura firmou acordo, e a promessa de que, contratando mais médicos, 48 no total, o atendimento seria melhor. Com isso, seriam cinco em cada turno. Não demoraria até 9 horas para ir embora, como já aconteceu. A média agora seria de 1 hora, diziam eles. Juvenal, carente como só ele, solta a pergunta. Para ele mesmo, claro.

- Mas será que vão me atender bem? Da última vez que fui fazer aquele exame do toque, o médico foi muito grosso comigo. Doeu na alma.

- Bom, mas tinha que fazer, né. Até o ‘Borni’, do jornal, disse que já fez. Tenho que ir ao médico, ele tá preparado pra ajudar a gente.

- Mas, essas dores de estômago estão voltando. Dessa vez, não saio de lá sem marcar minha cirurgia.

E foi assim durante os oito quilômetros que separavam Juvenal do posto de saúde. Chegando lá, entregou seus documentos e perguntou à recepcionista se demoraria para ser atendido. A resposta, sutil e educada como de toda atendente de serviço público:

- O senhor tá mal ou tá muito mal? Se estiver sangrando tá muito mal. Aí coloco o senhor na frente.

Juvenal olha para os outros usuários que aguardam a consulta. Vê uma senhora que não respirava, um senhor com uma enorme faixa na cabeça, uma moça grávida com sangramento, uma criança com cortes enormes na testa e nos braços. Uma mãe desesperada com o recém-nascido que não parava de chorar. Juvenal coça a barba e responde à atendente.

- Minha senhora, se eu estivesse bem, não estaria aqui, não é? E se a senhora soubesse a diferença entre bem e mal, saberia que tá do lado errado do balcão.

Juvenal pegou sua senha, sentou no canto mais extremo da sala, isolado. Observando a criança de colo que não parava de chorar, resolveu ir até a mãe e disse.

- Minha senhora, coloca o neném de bruço, segura o peito e a cabeça dele bem firme e quando ele parar de chorar, começa a fazer um chiadinho com a boca.

Em menos de dois minutos, o bebê parou de chorar, só ficou gemendo com a possível cólica que sentia. A lágrima que escorria no canto do olho da mãe foi o ‘muito obrigado’ dela.

Juvenal foi chamado 27 minutos depois. Entrou no consultório. Um médico gordo, maior que sua mesa, recebe o paciente:

- Tudo bem, seu Juvenal?

- Vai começar? O que o senhor acha? Que vim só fazer uma visita?

Sem olhar na cara de Juvenal, o médico faz uma seqüência de perguntas. Vai anotando tudo nas planilhas à sua volta. Juvenal se cala por alguns instantes. O médico também, mas continua anotando.

- Senhor Juvenal, a sua cirurgia de hérnia de hiato ainda não foi marcada. Vou indicar uma coisa muito boa para o senhor. Se comer massas, bebidas gaseificadas, frituras e começar o mal estar, o melhor remédio é uma maçã. É tiro e queda. Eu também tenho isso e como muita maçã.

Novamente, Juvenal coça a barba, pensa um pouco e responde:

- Tá bom, doutor. Mas eu quero curar minha gastrite, não quero ficar com 250 quilos. E outra coisa, isso que o senhor receitou nem tem na farmácia...

Daniel Torrieri, João Pitombeira, e Marco Bellizzi.
Alunos do 4º semestre de Jornalismo.

O queridinho do Brasil

Meu Deus! As preces não resolveram. Nosso mais querido santinho e maior craque do futebol atual, ou quase atual, Kaká passou por uma cirurgia no joelho. Esse mês o dízimo foi por uma causa maior – a recuperação do nosso bonitinho. Foi operado na Bélgica. Por quê? Vai saber. Mas acalme-se, ele já voltou para Espanha e lá fará um longo, longo, mas muito longo mesmo, tratamento. Provavelmente ficará quatro meses sem jogar. Que ironia do destino. Por que não operou antes da Copa? Eis a maior questão, talvez a maior da humanidade, aquela que todas as pessoas no mundo inteiro pensaram: “Beleza se põe na mesa? E na grama?” Foi lamentável. Com uma atuação totalmente apagada, o nosso homem gold jogou sem brilho. Sentimos-nos no meio de um apagão.

Kaká fez um gol sim, fez um gol no último amistoso antes da Copa do Mundo na África do Sul, mas não conseguiu nem ao menos comemorar seu próprio gol. Próprio mesmo, pois foi ele quem fez.
Parece que a geração dos grandes craques, do futebol arte, de Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e do próprio Kaká chegou ao banco de reservas. Será que nosso craque, o mais cobiçado pelas mulheres, volta a jogar como sempre jogou? Não se sabe. Esperamos que volte. Ou não, vai saber.

Agora trocamos de apelido. Tire o “bonitinho” e coloque o “bixadinho” do Brasil. Todos acham que ele já foi machucado para a Copa. Coitado. Fizeram passar por um vexame que com certeza nunca mais esquecerá. Dizem que foi o patrocinador, outros, que foi a pressão de todo o mundo que aguardava o “bixadinho” (que ainda não era “bixadinho”, ou pelo menos acreditava-se que não). Provavelmente, foi pura ilusão de todo um país.

Júlia Ribeiro, Júllia Vecchi e Rafaela Malpeli
Alunos do 4º semestre

terça-feira, 1 de junho de 2010

Exposição de fotografias catalãs mostra olhar de professor das Faculdades COC


Começou hoje uma exposição fotográfica sobre a cidade de Barcelona, cidade catalã com grande expressividade artística. Nas imagens, formas e cores se misturam com emoções de quem tem sensibilidade de sobra.

Essa é a cara da exposição do professor Jefferson Barcellos, carinhosamente chamado de Jeff por amigos e alunos (também amigos, claro), que esteve por lá em julho do ano passado com sua esposa e acabou conhecendo, e registrando, Barcelona e suas emoções.

A exposição, de teor artístico, está esperando os interessados em conhecer a arte do professor e de tantos outros artistas que passaram por aquelas bandas. As obras de arte do professor Jefferson estarão no Novo Shopping Center, em Ribeirão Preto, até o dia 20 de junho de 2010. O acesso à exposição, gratuita, é pela entrada do Interlar. Mas se você quiser ir se aquecendo e conhecer a arte do Jeff por outras e essas bandas clique aqui e acesse o Flick dele.

Pelas lentes do Jeff, Barcelona é muito mais bonita (foto extraída do Flick do professor)

Professor se prepara para dois congressos em 2010

A participação em congressos científicos é fundamental para o desenvolvimento do conhecimento e o intercâmbio de informações entre universidades, e o maior benefício é dos alunos. Por esse motivo, as instituições públicas exigem um mínimo de participações em congressos de seus professores. Porém, algumas faculdades particulares também valorizam estas empreitadas.

O professor Denis Renó, do curso de Comunicação Social das Faculdades COC, se preocupa com estas participações, e todos os anos se inscreve em algum, ou alguns congressos, escolhidos a dedo para trazer aos alunos novidades sobre os temas discutidos. E 2010 não poderia ser diferente, pois já tem participações garantidas.

Todos no segundo semestre, o professor Denis apresentará uma mesa temática no congresso da SOCINE, em Recife, no mês de outubro, onde falará sobre produção audiovisual a partir de telefones celulares. O congresso, um dos mais importantes encontros sobre audiovisual do mundo, é concorrido, e foi uma conquista ter o aceite.

O outro congresso, também internacional, acontece em dezembro, na cidade do Porto, em Portugal. O ObCiber é um dos mais importantes congressos internacionais sobre Ciberjornalismo, uma das disciplinas que o professor ministra na faculdade. Neste congresso, o professor Denis irá apresentar resultados de uma pesquisa que será realizada no segundo semestre, sobre a produção e publicação de textos jornalísticos para a Internet a partir de telefones celulares. O tema é inédito, e faz parte de sua pesquisa de pós-doutorado, em preparação.

Dessa forma, tanto alunos como professor saem ganhando. Além disso, a instituição colhe frutos, pois ter em suas salas de aula professor e alunos atualizados é fundamental para quem quer oferecer boas condições de aprendizagem.

domingo, 30 de maio de 2010

Projeto da Folha de S.Paulo peca na ética do Jornalismo


A Folha de S. Paulo lançou na semana passada um novo projeto jornalístico, que propõe, inclusive, uma redação unificada e a luz acesa 24 horas por dia. Porém, esse pacote de novidades trouxe uma gritante postura com relação ao que é notícia (para rever nosso texto, clique aqui).

A prática do Jornalismo segue princípios éticos que protegem a notícia verdadeira das informações "desinteressantes" no que diz respeito à sociedade. Neste pacote de princípios consta o distanciamento entre a notícia e a publicidade, pois isso pode sugerir (ou provocar) envolvimento vicioso e/ou tendencioso entre o veículo e o cliente. Contudo, a Folha de S. Paulo se esqueceu disso e, em menos de uma semana depois de tamanha reforma, publicou, sob os teclados do "jornalista" Afonso Benites, uma matéria que "informa" o preço da faca ultracorte Tramontina, usada no crime, vendida nas lojas Extra, e ainda diz que o fato ocorreu numa quarta-feira, onde há uma oferta de verduras e legumes. Leia o segundo parágrafo, clicando aqui, ou veja a imagem abaixo, salva antes que a Folha de S. Paulo retirasse a vergonhosa publicação do ar.

Essa postagem é, na realidade, uma reflexão. Este espaço é destinado a estudantes de Comunicação, especialmente, que estão em formação. Devemos discutir o que é correto fazer, mas também o que nunca devemos fazer. Tal exemplo apresentado pela novidade da Folha de S. Paulo é uma das coisas das quais devemos manter distância. Pense nisso, e nunca se esqueça.

Prof. Denis Porto Renó
Faculdades COC

Aluna de Jornalismo participa do Prêmio ABAG 2010


O Prêmio ABAG/RP de Jornalismo, em sua terceira edição, conta com diversas palestras relacionadas com o agronegócios. A proposta do concurso, promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio de Ribeirão Preto, é colocar em pauta discussões sobre o mercado e preparar profissionais interessados no setor.

O curso de Jornalismo das Faculdades COC terá, em 2010, a participação ativa da aluna Giulia Tres, que está no terceiro ano. Estagiária da TV Record, Giulia se interessou pela proposta e irá assistir a todas as palestras promovidas pela ABAG/RP, fator condicional para a participação no concurso. "Eu me interessei e vou participar sim", disse Giulia, pouco antes de participar da primeira palestra.

A palestra inaugural foi realizada na última sexta-feira, 28/05, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, com o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, que durante sua gestão teve como preocupação fundamental o produtor rural. Ao final de todas as palestras, o participante deve produzir um texto jornalístico e publica-lo. O texto é escrito no prêmio. Sucesso, Giulia.

Jornada de Comunicação 2010 chega ao final com êxito


Auditório lotado, público compenetrado, duas câmeras filmando tudo, gostinho de quero mais. Esse foi o clima da noite da última sexta-feira, 28/05, quando a 11a Jornada de Comunicação das Faculdades COC encerrou os trabalhos com chave de ouro.

O palestrante de encerramento foi o professor de Jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Evandro Vieira Ouriques, que acaba de receber o prêmio Best Scholar 2010, um dos mais importantes prêmios acadêmicos do mundo. Seu nome foi definido pelo Reputation Institute, de Nova Iorque.

Em seguida, depois de duas horas de palestra (e sala cheia, inclusive, com alunos de Engenharia de Produção), foi a hora de entregar o prêmio de fotografia da Jornada. Dentre os diversos inscritos, uma mereceu destaque: a aluna Maria Julia Raz de Andrade, do sétimo semestre de Jornalismo, que foi receber o prêmio com febre e tudo. Saiu de lá com o sorriso no rosto, uma caixa cheia de chocolates e um prêmio oferecido pela New Holland.

O desafio deste ano foi grande, especialmente para a coordenadora do curso de Jornalismo, profa Andréa Túbero, que assumiu a coordenação a menos de dois meses da jornada e mesmo assim conseguiu contribuir com as discussões sobre Jornalismo. No ano que vem, o desafio será maior. A proposta é que os alunos organizem a 12a Jornada de Comunicação. Mas, para isso, o corpo discente deverá se envolver desde já. Vamos definir a comissão de 2011?


Professor Evandro Ouriques, em meio à platéia

Maju vence, com sorriso no rosto, o concurso de fotografia

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Com discussões valiosas, Jornada chega ao último dia


No segundo dia da Jornada de Comunicação o jornalista e diretor do Sistema Thathi de Comunicação, Valdir Pavani, se encontrou com os alunos no anfiteatro nobre das faculdades COC. De forma descontraída, ele falou sobre as novas tecnologias da informação e deu dicas de como conquistar um espaço no mercado.

Valdir Pavani disse que para atuar bem na profissão é necessário ler muito, ter conteúdo e conhecimento, pois jornalista “antenado” é o que a mídia mais procura. O jornalista também precisa saber o quanto ele é responsável pela informação,e saber a força que o veiculo possui,estando próximo e atento aos principais acontecimentos, com olhar critico.

Em seguida, os alunos participaram de um debate com os professores do curso de Jornalismo, Denis Porto Renó, César Muniz e Marcos de Assis. Eles falaram sobre as novas diretrizes curriculares, um projeto que tem como objetivo buscar equilíbrio entre prática e teoria. Foram promovidas discussões sobre a construção de profissionais competentes, ‘’ Vocês precisam ser diferentes‘’ , disse Marcos de Assis.

Na noite desta sexta-feira, a 11a Jornada de Comunicação das Faculdades COC chega ao final, com a conferencia do professor Evandro Ouriques, da UFRJ., às 19h30. Em seguida, será apresentado no pátio das Faculdades COC um teatro sobre a Segunda Guerra Mundial, às 20h55.

Denis, Marcos e César, durante debate.

Alunos atentos aos professores.


Carolina Loria Vidal e Jéssica Lima Silva, alunas de Jornalismo das Faculdades COC.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Jornada de Comunicação tem abertura oficial com duas palestras

Aconteceu nesta quarta-feira, 26 de maio, a abertura da 11º Jornada de comunicação. O primeiro dia contou com a presença da secretária da Cultura, Adriana Silva, que falou um pouco sobre o título de Ribeirão Preto como a Capital Brasileira da Cultura em 2010.

A secretária falou da importância de comunicar a nossa cultura, pois a comunicaçao é o fio condutor do processo cultural. Para ela, é preciso se estabelecer uma prática diária. Mostrou que o forte da cidade de Ribeirão Preto é a diversidade cultural, com a música, a dança, as peças teatrais, os festivais, o carnaval de rua, dentre outras, trazendo o título merecido para a cidade. Também falou sobre como utilizar este título como marketing cultural, perguntando de qual cultura a gente quer ser capital,

Na mesma noite, aconteceu a palestra do jornalista Francisco Belda, que falou sobre o jornalismo entre a velha e a nova mídia. O palestrante atua como professor de Jornalismo e Webdesign no Centro Universitário de Araraquara e como professor convidado em cursos de especialização em jornalismo e comunicação oferecidos pela Associação Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), pesquisa sobre a aplicação de novas tecnologias educacionais e comunicacionais e atua como gerente de Internet do jornal Tribuna Impressa, de Araraquara, e do portal araraquara.com.

O palestrante discutiu sobre a combinação entre a velha e a nova mídia e a mudança que ela está sofrendo com o passar dos tempos. Por esses motivos, para ele, os jornalistas precisam cada vez mais se renovar, mostrando a importância de inventar projetos novos e se tornar um empreendedor, agregando valores à sua empresa e atingindo todos os tipos de públicos com a diversidade de informações e de serviços.

Na noite desta quinta serão discutidas as novas diretrizes do ensino do Jornalismo, definidas pelo MEC. Amanhã, a jornada conta com a participação do palestrante Evandro Ouriques para encerrar a maratona.

Carolina Loria Vidal e Jéssica Lima Silva, alunas do curso de Jornalismo das Faculdades COC

terça-feira, 25 de maio de 2010

Alunos das Faculdades COC visitam Ouro Fino


Acontece nas Faculdades COC a 11a Jornada de Comunicação. Palestras, debates, cursos e concursos integram a grade de eventos. Como parte das atividades, alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda visitaram na manhã desta terça-feira, 25 de maio, as instalações da Indústria Ouro Fino.


De acordo com Daniela Tincani, coordenadora do curso de publicidade e propaganda, o objetivo desta visita é apresentar aos alunos a possibilidade de ampliar seus conhecimentos. “Os alunos podem também conhecer novas áreas de mercado e entender os processos de desenvolvimento de novos produtos”, destaca Tincani.


Após um breve café da manhã servido pela Ouro Fino, os alunos visitaram as diferentes áreas, como a produção de comprimidos, a produção de vacinas, rotulagem e embalagem e os depósitos.

Raquel Terra, do departamento de marketing da empresa, destacou o cuidado com relação à limpeza e higiene dos diferentes setores fabris. Com um sistema totalmente automatizado de higienização do ar, todo visitante deve usar vestimentas apropriadas.


AS INSTALAÇÕES

A Ouro Fino Agronegócio atua desde 1987, produzindo produtos farmacêuticos para a saúde animal. Possui uma das mais modernas fábricas da América Latina, em uma área total de 125 mil metros quadrados. O atual prédio foi inaugurado em 2005, acomodando as áreas administrativas e os setores de pesquisa e produção de medicamentos.

A empresa segue um rigoroso sistema de controle de qualidade em todas as etapas de fabricação, de acordo com normas nacionais e internacionais. De acordo com Raquel Terra, estas instalações foram projetadas para receber visitantes. “Largos corredores foram projetados para poder receber visitantes. Cada setor de produção possui janelas que possibilitam ver o processo, sem interferir na segurança e higiene, tanto dos produtos e funcionários, como dos visitantes”, conclui Raquel.


Daniel Torrieri, aluno do curso de Jornalismo das Faculdades COC

Prêmio Estadão de Jornalismo abre inscrições


A formação do jornalista não se limita às salas de aula, mas também à vivência e convivência no mercado. Por isso, é fundamental que o jovem estudante aproveite as oportunidades de palestras e eventos promovidos por entidades profissionais. Para contribuir com essa formação, o Prêmio Estadão de Jornalismo abriu as isncrições para sua 21a edição, que acontece entre 01 de setembro e 10 de dezembro, na sede do Jornal O Estado de S.Paulo, na capital paulista.

Criado em 1990, o Prêmio Estadão recebe, em média, a participação de 2 mil candidatos por ano, e neste ano a expectativa é a mesma. São oferecidas 30 vagas para estudantes brasileiros e mais cinco candidatos do exterior. Após a seleção, serão selecionados 60 pré-classificados que passarão por uma entrevistas pessoais, entre 16 e 18 de agosto, que definem os 30 aprovados. O grupo vai conviver

O prêmio é reconhecido pela Universidade de Navarra/Espanha, uma das mais importantes do mundo na formação de jornalistas. Aproveite a oportunidade de ter seu currículo no banco de talentos de um dos mais importantes jornais do país. Para maiores informações, inclusive as normas do concurso, acesse o site do prêmio, clicando aqui.

Edital oferece bolsas para produção de TCC



O Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo, em parceria com a ANDI - Agência Nacional dos Direitos da Infância e o Instituto Alana, acaba de publicar edital e instruções para bolsas destinadas ao desenvolvimento de Trabalhos de Conclusão de Curso em Jornalismo e Publicidade e Propaganda.

Realizado desde 2007, o projeto oferece bolsas de R$350,00 por seis meses, e contempla proje
tos que envolvam os seguintes temas:

- Interface geral entre "Criança, Consumo e Mídia" (3 bolsas);

- Temática especial "A relação entre a publicidade e a expansão do consumo das classes C e D no Brasil" (2 bolsas);

- Temática especial "Desafios para a autorregulamentação da publicidade" (2 bolsas).

Os interessados podem conhecer melhor o projeto clicando aqui.

sábado, 22 de maio de 2010

Folha apresenta mudanças neste domingo

A Folha de S.Paulo traz neste domingo mudanças em seu projeto gráfico, com títulos em fonte maior e com mais destaque. Além disso, inaugura uma redação de cara nova, com equipamentos renovados e uma novidade: a fusão orgânica das redações da versão impressa e da digital. Outra novidade é o funcionamento do andar, na Barão de Limeira, que agora tem luz acesa 24 horas por dia, produzindo conteúdo para todos os seus veículos e para a agência Folha.

Quem faz parte deste projeto é o jornalista Luis Eblak (foto ao lado), que foi professor do curso de Jornalismo das Faculdades COC por mais de seis anos e no começo deste ano recebeu o convite para voltar à redação do jornal, na função de coordenador-assistente da Agência Folha.

O projeto gráfico de um jornal é fundamental. Sem ele, a leitura não recebe o destaque necessário, ou a atenção merecida. A poluição visual pode ser evitada, e a condução a uma leitura limpa e livre de informações indesejadas é possível a partir de um planejamento não somente estético, como ensina em sala 0 professor César Muniz, também docente do curso de Jornalismo das Faculdades COC.

Para você conhecer melhor o projeto promovido pela Folha, basta clicar aqui. Mas se você quiser conferir as novidades gráficas, a melhor maneira é fazer o que deveria ser hábito em seu dia-a-dia (se já não for): comprar um jornal.

Novidades para a Jornada de Comunicação 2010


As coordenações dos cursos de Comunicação Social das Faculdades COC conseguiram ampliar as discussões da 11a Jornada de Comunicação. Com isso, a maratona de debates começa na terça-feira à noite, com palestra do fotojornalista Tadeu Vilani, que trabalha no jornal Zero Hora, de Porto Alegre - RS. O evento, que acontece às 19h30, no Anfiteatro Nobre, também lançará o 5o Prêmio New Holland de Fotojornalismo.

Na quinta-feira, às 9 horas, na sala 5E, acontece a palestra com o diretor da TV Thathi, Valdir Pavani, que falará sobre as novidades tecnológicas do audiovisual. O tema é de interesse de todos que pretendem trabalhar na área.

Foto: Blog do Tadeu Vilani (http://tadeuvilani.blogspot.com)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Profissão Sucesso 2010 movimenta estudantes e professores em Ribeirão Preto

Jornalismo das Faculdades COC presente em diversos aspectos

Em seu quarto ano, a feira Profissão Sucesso agitou a cidade de Ribeirão Preto entre os dias 19 e 20 deste mês. Para tanto, foi realizada uma força tarefa da instituição e de coordenadores de curso, em conjunto com o departamento de Marketing, para que os diferenciais das Faculdades COC fossem divulgados.

A feira Profissão Sucesso tem como objetivo esclarecer jovens estudantes da região sobre as principais profissões oferecidas pelas universidades da região. Durante a feira, palestras ampliam o contato do jovem com as salas de aula, e orientações educacionais complementam os anseios dos futuros universitários, assegurando-os sobre a profissão escolhida.

O curso de Jornalismo das Faculdades COC, avaliado pelo MEC como o sexto melhor do Brasil em 2004 e o sétimo em 2007, foi representado na feira pela coordenadora do curso, a profa Dra Andréa Túbero, que esclareceu aos jovens que a procuraram sobre as atuações do jornalista no mercado e o cenário otimista da profissão, mesmo após a queda da obrigatoriedade do diploma.

Mas o curso também esteve presente através de seus alunos e ex-alunos, que atuaram como jornalistas durante o evento. Este, aliás, é o histórico que o curso de Jornalismo das Faculdades COC possui: o de formar profissionais de interesse ao mercado.

Junto aos representantes dos cursos oferecidos pelas Faculdades COC, instituição de excelência que neste ano completa 10 anos, estiveram presentes representantes dos cursos da Faculdade Interativa COC.

Profa. Andréa apresenta materiais produzidos por alunos do curso de Jornalismo aos estudantes presentes

Em conjunto com a profa Daniela Tincani, coordenadora de Publicidade e Propaganda, profa Andréa conduz discussão sobre a profissão de comunicador.

Profa Tincani apresenta peça produzida por alunos de Publicidade e Propaganda das Faculdades COC.

Expectativa sobre a Semana de Comunicação é grande

Todos os anos, as Faculdades COC realizam a Semana de Comunicação, que reúne diversas palestras e workshops relacionados com a área. Além disso, sempre há uma temática definida, que acaba direcionando as atividades da semana (para ver a programação, clique aqui).

Neste ano, o tema é Comunicação e Cultura, dois assuntos que se relacionam e se complementam. São temas fundamentais para a construção de uma sociedade mais sólida e uma comunicação com conteúdo.

Entrevistamos duas alunas do curso, uma de Jornalismo e outra de Publicidade e Propaganda, para sabermos as expectativas com relação ao evento. Assista as entrevistas abaixo.

Entrevista com Jullia Vecchi, aluna de Jornalismo

Entrevista Marina Richter, aluna de Publicidade e Propaganda