Meu Deus! As preces não resolveram. Nosso mais querido santinho e maior craque do futebol atual, ou quase atual, Kaká passou por uma cirurgia no joelho. Esse mês o dízimo foi por uma causa maior – a recuperação do nosso bonitinho. Foi operado na Bélgica. Por quê? Vai saber. Mas acalme-se, ele já voltou para Espanha e lá fará um longo, longo, mas muito longo mesmo, tratamento. Provavelmente ficará quatro meses sem jogar. Que ironia do destino. Por que não operou antes da Copa? Eis a maior questão, talvez a maior da humanidade, aquela que todas as pessoas no mundo inteiro pensaram: “Beleza se põe na mesa? E na grama?” Foi lamentável. Com uma atuação totalmente apagada, o nosso homem gold jogou sem brilho. Sentimos-nos no meio de um apagão.
Kaká fez um gol sim, fez um gol no último amistoso antes da Copa do Mundo na África do Sul, mas não conseguiu nem ao menos comemorar seu próprio gol. Próprio mesmo, pois foi ele quem fez.
Parece que a geração dos grandes craques, do futebol arte, de Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e do próprio Kaká chegou ao banco de reservas. Será que nosso craque, o mais cobiçado pelas mulheres, volta a jogar como sempre jogou? Não se sabe. Esperamos que volte. Ou não, vai saber.
Agora trocamos de apelido. Tire o “bonitinho” e coloque o “bixadinho” do Brasil. Todos acham que ele já foi machucado para a Copa. Coitado. Fizeram passar por um vexame que com certeza nunca mais esquecerá. Dizem que foi o patrocinador, outros, que foi a pressão de todo o mundo que aguardava o “bixadinho” (que ainda não era “bixadinho”, ou pelo menos acreditava-se que não). Provavelmente, foi pura ilusão de todo um país.
Júlia Ribeiro, Júllia Vecchi e Rafaela Malpeli
Alunos do 4º semestre
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